 | Segurança A questão da segurança é preocupação de todos em São Paulo A violência urbana de metrópoles como São Paulo gera natural preocupação nas pessoas, o que obriga empresas do mercado imobiliário a buscarem soluções cada vez mais criativas e eficientes nos sistemas de segurança de novos projetos imobiliários. Com a crescente onda de violência em todo o Brasil, especialmente em grandes cidades como São Paulo, as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a segurança. Esse cenário obriga as incorporadoras e empresas especializadas na comercialização de equipamentos ou prestação de serviços de segurança a buscar soluções cada vez mais criativas e eficientes na hora de planejar um novo empreendimento imobiliário. Os projetos de segurança estão mais e mais complexos e utilizam equipamentos modernos e sofisticados para garantir a tranqüilidade de moradores de condomínios de casas e apartamentos. Hoje é comum o uso de circuito interno de televisão, sensores de presença em muros e portões, monitoramento da movimentação no prédio à distância, instalação de alarmes e controles de acesso que já utilizam cartões magnéticos e até identificação de digitais.
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Há 30 anos, o cenário era muito diferente. O principal instrumento de segurança de um edifício era a guarita do porteiro, o que, normalmente, era suficiente para manter o morador seguro. A escalada da violência urbana provocou uma rápida mudança. De acordo com José Antonio Caetano, diretor comercial da Haganá Segurança, uma das maiores empresas no mercado de segurança de condomínios, essa questão é a preocupação número 1 de quem adquire um apartamento hoje. Por esse motivo, os incorporadores dão importância cada vez maior ao assunto na hora de planejar o lançamento imobiliário. Um dos primeiros passos tem sido planejar o empreendimento a partir de um conceito de segurança. Ou seja, o próprio projeto arquitetônico privilegia isso no momento de definir, por exemplo, a localização de guaritas e o acesso de pessoas e veículos ao condomínio. "A maioria das construtoras já está incluindo sistemas de segurança em seus projetos", comenta Caetano. Ele afirma, entretanto, que para se ter um bom sistema existem três fatores predominantes: pessoal bem preparado, equipamentos de última geração e boa conduta dos condôminos. Quanto ao primeiro item, Caetano destaca que os funcionários, contratados ou não, devem ser treinados para saber como agir em diversas situações e, sobretudo, devem ser bem preparados para utilizar os equipamentos modernos que o edifício dispõe. Mais do que isso, eles precisam estar cientes de suas responsabilidades e atribuições. Com relação aos equipamentos - rádios, circuitos internos de TV, botão de pânico etc - devem ser modernos e estar em bom estado de conservação. Finalmente, com respeito à conduta dos condôminos, Caetano salienta que deve haver respeito tanto entre os moradores, quanto com os funcionários. Os condôminos devem conhecer bem os procedimentos adotados pelo prédio e acatar as ações dos funcionários, como a proibição da entrada de um prestador de serviços que não esteja devidamente identificado. Vale ressaltar ainda que segurança não é infalível, mas é importante que se tenha em mente que ela precisa detectar a tentativa de invasão, retardar a ação do invasor e comunicar o fato à segurança. Veja o que inclui um sistema de segurança eficiente: "Área de invasão - guaritas, muros, grades” Esta área deve ser protegida 24 horas e controlada pela equipe de segurança "Área de controle – pátios” Também deve ser monitorada 24 horas. "Área de serviço - portões sociais e de serviço” Deve possuir guarita fechada com interfone e microcâmeras. "Área crítica – garagens” Merece atenção redobrada. A grande maioria das invasões acontece por este setor. O ideal seria a instalação de guarita blindada próxima da calçada, eclusa (dois portões), condições de chegada para o visitante (iluminação e cobertura de proteção) e profissionais na calçada. Fonte: Haganá Segurança |